sexta-feira, 19 de março de 2010

Ruínas Romanas de Pisões



De entre muitos pontos de interesse no distrito de Beja, um que é obrigatório passar é pelas Ruínas Romanas de Pisões. Estas Ruínas pertenciam à Vila romana de Pisões , situando-se na Herdade da Almagrassa, juntas a um rio. Estas foram encontradas acidentalmente, em 1967, durante trabalhos agrícolas.
Escavações arqueológicas e estudos efectuados nas Ruínas, que até ao momento se encontram parcialmente escavadas, confirmam que a vila terá sido ocupada entre os séculos I e IV d.C. Seria uma habitação/residencial com mais de quarenta divisões com compartimentos essencialmente caracterizados pela sua riqueza decorativa. Estas ruínas são um dos mais relevantes exemplares de termas privadas romanas encontradas em território português.


Existe no Centro de Acolhimento e Interpretação uma exposição permanente sobre o sítio, organizada de forma temática, estando igualmente o percurso da visita devidamente sinalizado.
Para visitantes com mobilidade reduzida existem alguns troços do percurso da visita que podem apresentar dificuldades.


O maior distrito de Portugal apresenta também uma grande variedade de monumentos de passagem obrigatória, no entanto porque não parar um pouco nas visitas “urbanas” e passar antes a maravilhar-se com as paisagens naturais do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina, do Parque Natural do Vale de Guadiana, e também e de igual qualidade a Reserva Natural das Lagoas de Santo André e Sacha.


Uma gastronomia rica no paladar, de influência Mediterrânica, a gastronomia do distrito é realçada pela sua Açorda, Migas com Entrecosto, Ensopado à Pastora, Queijo de Serpa e o Paio de Beja por exemplo. Mas não são apenas pratos e produtos típicos que fazem as delicias dos visitantes mas também a doçaria, nesta destaca-se o Bolo Rançoso, Bolo de Amêndoa e Gila, Trouxas de Ovos da Conceição e Pombinhas de alcorce.


Mas, Sendo Beja um grande distrito, um só dia não chega para ver os principais pontos de passagem. As pousadas existem mesmo para isso, e em Beja situa-se a Pousada da Juventude de Beja. Sendo uma pousada de 3 estrelas esta tem preços que variam entre 11€ a 30€, conforme as épocas.


Morada: Rua Prof. Janeiro Acabado, 7800-506 Beja, Portugal


Contactos: T. 351 284 325 239 / F. 351 217 232 101 / E. beja@movijovem.pt


Como chegar:


Autocarro: Lisboa (184 Km), Porto (499 Km), Faro (168 Km): Rede Expressos até Beja - Pousada de Juventude a 350m aprox.
Comboio: Lisboa (Gare do Oriente), Porto (Campanhã), Faro (Largo da Estação) – Pousada de Juventude a 2 Km
Carro: Lisboa: IC17 (Ponte Vasco da Gama) – A2 – saída: Ferreira do Alentejo – N121 até Beja; Porto: IC23 – A1 (Leiria) – Almeirim (N3) – saída: Ferreira do Alentejo - N121 até Beja; Faro: EN125 (Vila Real de Sto. António) – EN122 até Mértola – IP2 até Beja.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Visita de Estudo ao Porto


Os alunos das turmas de Ciências Sócio-Económicas e de Ciências Humanísticas do 12º ano do Externato Cooperativo da Benedita programaram as suas visitas de estudo ao Porto, juntamente com as professoras Helena Rodrigues, Ângela Gens e Luísa Couto.
Esta visita foi planeada para que os alunos adquirissem informações importantes acerca de monumentos históricos do Porto, para poderem contactar com diferentes formas de arte e de épocas distintas e, para além disso, com o intuito de conhecer novas localidades, bem como as suas tradições culturais, económicas e sociais.
A visita foi delineada tendo em conta os interesses das duas diferentes áreas e, assim, aliámos as vertentes económica e cultural. Para isso, visionamos um filme que nos contava a história do Porto em 3D e visitámos diversos monumentos que recriam o nascimento e o evoluir do Porto, como a Sé, a Livraria Lello, a Fundação Serralves e a Torre dos Clérigos.
Saímos do Externato Cooperativo da Benedita às 7 horas e 30 minutos e chegámos ao Porto às 11 horas da manhã. Iniciámos, então, a visita com um passeio pelos jardins da Fundação Serralves. Nestes jardins, os alunos aproveitaram para conhecer as iniciais instalações da Fundação, para tirar fotos e passear por entre os lagos e as árvores. De seguida, seguimos para as actuais instalações desta fundação, onde os alunos tiveram a oportunidade de conhecer a colecção de peças recolhidas da grande parte das exposições já presentes na instituição. Podemos compreender quais são as peças que chamam mais a atenção dos visitantes e os vários tipos de arte e cultura que constituíam a exposição. Esta visita foi feita com dois guias, um para cada turma.
No final desta visita, já restava pouco tempo para o almoço. Por isso, seguimos para o local onde iríamos ver o filme que relata a história do Porto em 3D. Depois do almoço, perto da Sé, os alunos visualizaram um filme que retomava a criação da cidade e todos os seus impulsionadores. Logo depois, demos inicio à visita guiada pelas ruas do Porto, na qual tivemos oportunidade de ver alguns dos mais importantes monumentos desta cidade, como a Livraria Lello & irmãos, a Sé, a estação de comboios, a Torra dos Clérigos, na qual os alunos tiveram oportunidade de subir e ver a cidade de outra perspectiva. De seguida, visitamos as caves do Vinho do Porto, na qual aprendemos que o vinho não é todo igual pois uns estão mais anos engarrafados ou mais anos dentro das pipas o que lhes dá um sabor totalmente diferente. Os alunos e professores tiveram oportunidade de provar este vinho. Por fim, de volta ao autocarro, voltamos para casa.
Esta visita foi bastante interessante pois muitos dos alunos, que nela participaram, nunca tinham tido oportunidade de visitar esta bonita cidade. Mas, como em todas as visitas, nem tudo correu como planeado. Inicialmente tinha sido previsto sairmos da escola às sete e meia, o que não aconteceu. Apenas saímos às sete e quarenta e cinco. Este pequeno atraso e a demora na Fundação Serralves, fez-nos atrasar a visita e ficar apenas com vinte minutos para o almoço, o que nos fez mudar os planos. Em vez de irmos almoçar nos jardins, tivemos de almoçar logo perto da Sé, para pouparmos tempo e não chegarmos atrasados ao filme.

Com este planeamento, conseguimos perceber que a delineação de uma visita não é, de todo, uma tarefa fácil. Para além de agradar a todas as turmas que nela participam, tem de obedecer aos objectivos planeados e tem de, toda ela, conjugar-se perfeitamente, ou seja, tem de haver tempo para tudo e não pode ser sobrecarregada, pois os alunos têm de conseguir aproveitar e adquirir todas as informações. Para isso, não pode ser uma visita demasiado cansativa nem demasiado monótona. Muitas propostas ficaram para trás, também, por serem demasiado caras ou por durarem demasiado tempo.
Tirando estes problemas, tudo correu como planeado e a maioria dos alunos divertiu-se e aprendeu com esta visita. Por isto, consideramos que a visita planeada pelo nosso grupo e pela professora Helena Rodrigues um êxito.


sexta-feira, 12 de março de 2010

Cruzeiro


Situado em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, no rural Campo do Gerês, ou São João do Campo, este é um curioso cruzeiro, pois tem como suporte um marco miliário. Os miliários eram marcos colocados na margem das principais vias romanas, a cada mil passos, indicando a distância à cidade de origem do caminho. Em cada miliário era gravado o nome do Imperador que ordenava a construção ou recuperação da estrada.·A encimar o miliário que proviria da VIA NOVA, a importante via Romana que ligava Braga a Astorga, está a figura de Cristo, de pedra, em cruz ocre.·A proteger o curioso conjunto, está uma estrutura metálica em triângulo forrada a madeira, assente em três colunas de granito simples.
Considerado um dos principais centros religiosos do país, a cidade de Braga é conhecida pelas suas igrejas barrocas, esplêndidas casas do século XVIII e jardins e parques elaborados. Aos quais a indústria, o comércio, as universidades, bares e restaurantes vieram dar alguma animação.Braga é das mais antigas cidades portuguesas e uma das cidades cristãs mais antigas do mundo, fundada no tempo dos romanos como Bracara Augusta, conta com mais de 2000 anos de História como cidadeÉ conhecida como a "Cidade dos Arcebispos e dos Três Sacro-Montes", que são santuários e situam-se a Sudeste da cidade numa cadeia montanhosa, e são pela ordem Este a Sul: O Bom Jesus, Sameiro e a Falperra
Guimarães, berço da Nação, e o seu centro histórico de ruas estreitas e de aspecto medieval, recentemente declarado Património da Humanidade pela UNESCO, são locais que merecem uma visita. Assim como Barcelos e as praias de Esposende.A culinária minhota, produto de experiências seculares, é uma das mais ricas do país. À Margarida da Praça à Miquelina, à Mira Penha e, em Braga, à Narcisa, no Minho, o Bacalhau é Rei. No que toca a carnes destaque-se o arroz de pato à moda de Braga, o sarrabulho acompanhado com os rojões, a carne enrijada em vinha-de-alhos; os farinhotes, enchidos de sangue de porco e farinha de milho, as frigideiras, grandes pastéis de massa folhada com recheio de vaca e presuntoQuanto aos doces deve referir-se o pudim Abade de Priscos, o toucinho-do-céu, as vieiras, o bolo rei, as viúvas do antigo Convento dos Remédios, os doces de romaria e os fidalguinhos de Braga, biscoito seco para acompanhar o chá. Tudo regado com um bom vinho verde.
A Pousada de Juventude de Braga situa-se perto dos grandes pontos de interesse.
Os preços variam conforme a época e o tipo de quarto que procuram e vão desde os 10 aos 25 Euros.
Como Chegar:
Autocarro Lisboa (345km), Porto (54 Km) e Faro (600km): Rede Expressos até Braga (a 1 km da Pousada) Comboio: Lisboa (Gare do Oriente, Sta. Apolónia), Porto (Campanhã) Faro – saída: Braga (a 2,5 km da Pousada)Carro : A1: saída PortoA3: saída Braga

Morada: Rua de Santa Margarida, 6 4710-306 Braga Portugal
Contactos:
T. 351 253 263 279
F. 351 217 232 101
E. braga@movijovem.pt